Quem sou

Nasci em Lisboa no ano de 1977, o mesmo em que a Coca-Cola foi finalmente autorizada em Portugal. Era o ano do punk, da estreia de ‘Star Wars’, do país parado à hora da novela para descobrir Jorge Amado e a sua ‘Gabriela, Cravo e Canela’.

A minha vida académica, tal como o meu percurso profissional, tem sido sempre orientada para um mesmo objetivo; o de adquirir conhecimentos complementares e aprofundados nas minhas diferentes áreas de interesse. Licenciado em História na vertente de Património Cultural pela Universidade de Évora, pós-graduei-me em Qualificação Urbana pela Faculdade de Engenharia da Universidade Católica e tornei-me Mestre em Políticas Comunitárias e Cooperação Territorial pela Universidade do Minho.

No entretanto, fui complementando esse percurso com outros cursos, desde uma ‘Medieval Studies Summer School’ em Cambridge até um Curso Avançado de Gestão Púbica pelo Instituto Nacional de Administração, passando ainda pela Escola de Gestão do Porto (Gestão de Projetos) e o Institute for Cultural Diplomacy em Berlim (Diplomacia Cultural).

Após ter desenvolvido o meu trabalho como Investigador do Centro de História de Arte da Universidade Évora e depois como Gestor de Projeto no Instituto Português de Património Arquitetónico, assumi a direção Camões – Instituto de Cooperação e de Língua Portuguesa na Galiza, onde fui Leitor na Universidade de Santiago de Compostela e Diretor do Centro Cultural Português em Vigo, entre 2005 e 2011.

Em 2011, após convite de Francisco José Viegas, então nomeado secretário de Estado da Cultura, assumi o cargo de Diretor-Geral das Artes até 2015, ano em que passei a Subdiretor-geral na Direção-Geral do Património Cultural, cargo que exerci até 2016 como responsável pelo pelouro da gestão dos Museus, Palácios e Monumentos e que ficou marcado pela inauguração do novo Museu dos Coches e pela ampliação do Museu Nacional de Arte Contemporânea.

Em 2016, fui nomeado membro do Conselho de Administração da entidade pública empresarial que gere o Teatro Nacional de São Carlos e a Companhia Nacional de Bailado, em especial tendo a cargo a supervisão desta última.

Pelo meio de tudo isto foram nascendo os meus 3 filhos e fui tendo menos tempo para me dedicar como gostaria ao desporto – em especial o polo aquático que pratiquei como atleta – e a paixões como a que tenho pelas provas de azeite, produto tão nosso e que tem tanto ainda por explorar.

Presentemente, encaro iniciar uma nova etapa profissional, na mesma linha do que as anteriores. E com a mesma dedicação e entrega. Por isso me candidato à direção da Escola Superior de Dança.

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